5 de abril de 2007

Notícia do Portugal Diário: Há exactamente uma semana, um cartaz do Partido Nacional Renovador, de extrema-direita, colocado no coração de Lisboa, voltou a trazer a imigração para o centro do debate em Portugal, o quinto país mais procurado pelos imigrantes no âmbito da OCDE.A evolução da economia nacional explica o fenómeno da imigração, já que com a melhoria das condições de vida, os portugueses deixaram de querer desempenhar uma série de funções que são agora asseguradas pelas populações imigrantes, adianta o «Diário Económico». As vantagens para Portugal são inegáveis, de acordo com os estudos disponíveis e os analistas consultados.
Notícia do Correio da Manhã: Uma brasileira com cerca de trinta anos foi encontrada ontem morta nas traseiras do prédio onde habitava, na rua de Moçambique, em Portimão, depois de cair do oitavo andar. A Polícia Judiciária suspeita de crime, tendo interrogado o companheiro da vítima. Pela manhã, a presença do corpo inerte levou os vizinhos a chamarem os bombeiros e as autoridades policiais e, face à possibilidade de ter ocorrido um crime, foi a Polícia Judiciária a tomar conta da ocorrência.
Notícia do Diário de Notícias: Um grupo de moradores da Damaia (Amadora) e de Santa Cruz de Benfica (Lisboa) concentrou-se ontem à porta da câmara da capital para contestar o traçado lançado a concurso para a conclusão da CRIL e a ligação ao IC16 no troço entre a Buraca e a Pontinha. Durante cerca de duas horas, os representantes das comissões de residentes dos dois bairros tentaram sensibilizar para a sua causa quem passava em frente ao edifício dos Paços do Concelho de Lisboa. "Este traçado vai ser uma estrada da morte quando existe uma alternativa melhor que está guardada na gaveta", lamentou ao DN Fátima Cardina, da Comissão de Moradores da Damaia. Para quem reside junto ao troço que está por concluir, faria mais sentido avançar com uma solução em túnel, que evitaria que fossem demolidos prédios e abertas valas que, segundo os queixosos, só vão contri- buir "para a má qualidade do ar e do ruído", como defende a Associação Cívica de Moradores de Alfornelos.
Notícia do Jornal de Notícias (Internacional): O principal candidato da direita às presidenciais francesas, Nicolas Sarkozy, sustentou ontem que espera "separar o Islão de França das influências estrangeiras" para evitar os "problemas de terrorismo", designadamente concedendo locais de culto apropriados aos muçulmanos. "De que serve dizer aos nossos compatriotas muçulmanos que têm os mesmos direitos que os outros se eles são obrigados a rezar em caves ou garagens", interroga-se o ex-ministro do Interior francês, numa entrevista ao diário católico La Croix. "Os problemas de terrorismo, temo-los nas caves e nas garagens. Não na grande Mesquita de Lyon ou de Paris. Quero também afastar o Islão de França das influências estrangeiras, quer se trate do financiamento dos locais de culto ou da formação dos imãs", adiantou.
Notícia do Público (Internacional): Até 2001, a homossexualidade era considerada uma doença na China. Mas hoje vai estrear o primeiro talk--show gay chinês: é um programa de televisão, mas vai estar acessível na Internet, e poderá ser visto por 130 milhões de pessoas. Tongxing Xianglian é o nome do novo programa, que tem como apresentador Didier Zheng e como criador o produtor Gang Gang, da empresa de televisão por satélite Phoenix, de Hong Kong. Será um programa semanal, em que o apresentador falará com convidados sobre temas que interessam à comunidade homossexual chinesa. "Os maiores portais chineses da Internet, como Sina.com, Mop.com, PPLive e Tencent vão ter o programa", disse Gang Gang à Reuters.
Notícia do Público (Internacional): O candidato da extrema-direita às presidenciais francesas, Jean-Marie Le Pen, acredita que a "evolução da situação" no seu país motiva uma "recusa do sistema" por parte do eleitorado de direita e de esquerda que beneficiará a sua candidatura na primeira volta no dia 22 de Abril. Numa entrevista ao jornal Le Monde, o líder da Frente Nacional (FN) comparou essa recusa a um "efeito tsunâmico" que resultaria da "tomada de consciência directa por parte dos cidadãos da evolução da situação do país". Sem especificar, responsabilizou os governos dos últimos anos pelos "problemas" nos subúrbios, onde vivem as comunidades mais desfavorecidas e imigrantes. A solução, disse, seria uma política de "imigração zero". E numa alusão aos motins do Outono de 2005, especificou: "Não se resolve o problema dos subúrbios enviando a polícia de choque e tanques".Ao mesmo tempo, Le Pen reiterou a crença na desigualdade das raças e desconfiança na Europa - "não acredito na Europa" - e no euro que, na sua opinião, "irá periclitar".
Notícia do Público: O cartaz do Partido Nacional Renovador (PNR), colocado na Praça do Marquês de Pombal, em Lisboa, já não está sozinho. José Pinto Coelho, fundador e presidente do partido nacionalista, tem como companhia, a partir de ontem, quatro ilustres conhecidos: Ricardo de Araújo Pereira, Tiago Dores, Miguel Góis e José Diogo Quintela. À semelhança do que acontece com os partidos políticos, os Gato Fedorento decidiram instalar um outdoor mesmo ao lado do cartaz do PNR, assumindo a sua oposição contra a mensagem xenófoba daquele partido político. E fazem-no parodiando Pinto Coelho, o homem que disse querer "conquistar as ruas". Com as mesmas dimensões do seu vizinho, o outdoor dos Gato Fedorento ostenta os rostos dos quatro humoristas, com bigode, pêra e "olhos esbugalhados", notou um elemento da produção. As frases inscritas no cartaz têm a assinatura inconfundível do colectivo: "Mais Imigração. A melhor maneira de chatear os estrangeiros é viver em Portugal. Com os portugueses não vamos lá". Refira-se que, mesmo ao lado, no outdoor do PNR, entretanto parcialmente vandalizado, pode ler-se: "Portugal aos portugueses. Basta de imigração, nacionalismo é solução" (a frase "Façam uma boa viagem", acompanhada pela imagem de um avião, foi riscada).

4 de abril de 2007

Notícia do Primeiro de Janeiro: Os fluxos migratórios nos 30 países da Organização para a Cooperação do Desenvolvimento Económico (OCDE) têm vindo a aumentar desde 2004, sendo que a taxa de imigração em Portugal relativamente à população nacional é das mais baixas entre os países-membros. Segundo o relatório anual da organização apresentado, ontem, em Roma, Itália, reúne informação comparativa sobre população, economia, finanças públicas e migração dos 30 membros da organização. Os dados mais recentes indicam que, após uma estabilização no período entre 2002 e 2003, os fluxos migratórios para os países da OCDE começaram a aumentar novamente a partir de 2004. Em relação ao volume de entrada de imigrantes em 2004, os Estados Unidos ficaram no topo da lista, com a chegada de quase 950 mil pessoas, seguindo-se o Reino Unido, que recebeu pouco mais de 300 mil, Canadá com 235.800, enquanto que em Portugal o número do relatório «Panorama de Estatísticas de 2007» aponta para 13.100 imigrantes. Em 2004, numa lista de 17 países liderada pela Suíça, que verificou a maior taxa de imigração relativamente à população nacional, Portugal figura no antepenúltimo lugar, antes do Japão. Segundo a OCDE, uma em cada quatro pessoas que imigram para países da OCDE fá-lo por razões laborais, mas é o reagrupamento familiar e questões de educação que surgem como as razões principais.
Notícia do Primeiro de Janeiro: pelo. Foi esta palavra que a oposição da maioria, iderada por Rui Rio na Câmara do Porto repetiu por várias vezes na assembleia extraordinária, convocada anteontem pelo Partido Socialista (PS), pelo Bloco de Esquerda (BE) e pela Coligação Democrática Unitária (CDU). “Sensibilização social à autarquia” dizia a oposição da maioria PSD/CDS-PP no palanque com os olhos fitos na vereadora responsável pela Habitação e Acção Social da cidade do Porto, Matilde Alves, e mentora do realojamento da comunidade de etnia cigana do Bacelo, que viu, na semana passada, o seu acampamento, onde viviam há cerca de três décadas, demolido por ordem do município. A bancada do PS, do BE e da CDU fez circular uma moção e uma recomendação. Ambos os documentos foram chumbados pela maioria PSD/CDS-PP da Câmara. A moção, apresentada pelo deputado socialista Pedro Vasconcelos, e corroborada pelos grupos municipais do BE e da CDU, pretendia que a Câmara Municipal do Porto resolvesse os problemas inerentes à habitabilidade social “com decência e humanidade”. Por isso, a oposição recomendou três aspectos ao executivo camarário. Primeiro, “que retire a exigência do alojamento em pensões como condição necessária para atribuição aos desalojados de habitação municipal”. Aspecto chumbado. Segundo, “que em conjugação com outras entidades públicas já envolvidas no processo - Junta de Freguesia de Campanha e Segurança Social - encontre alternativa temporária que satisfaça as famílias desalojadas”. Ponto chumbado. E, terceiro, que “proceda ao alojamento definitivo das famílias da comunidade cigana de Bacelo antes de 26 de Maio”, o limite do prazo dado pela própria Câmara para o alojamento definitivo da comunidade do Bacelo. Último aspecto chumbado.
Notícia do Diário de Notícias: A notícia da detenção de um agente da Brigada de Trânsito (BT) da GNR de Albufeira, avançada ontem pelo DN, caiu como uma bomba na corporação e entre os militares. A detenção do soldado Pereira aconteceu no domingo, depois de ter sido apanhado em flagrante quando recebia um suborno de 200 euros de um automobilista russo em troca do perdão de uma multa (de 500 euros) pela falta de seguro do carro e apreensão da carta de condução. Esse fora o acordo estabelecido há uma semana entre o agente, com pouco mais de 30 anos, e o imigrante, em situação ilegal, na sequência de uma operação de fiscalização rodoviária na zona de Vilamoura. A viatura do condutor circulava também sem ter feito a inspecção periódica, irregularidade que lhe custou os 250 euros de multa previstos na lei.
Notícias do Diário de Notícias (Internacional): A malária é uma doença que só atinge os africanos e que só deve preocupar os europeus se viajarem para África? De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), a resposta não podia ser mais clara: não há doenças que acontecem só aos outros. O mundo mudou, com a globalização, o clima está a mudar, com o aquecimento do planeta, e as doenças também viajam e ameaçam tornar-se um problema de segurança internacional. Consequência: aquilo que antes era um foco restrito a uma determinada região passou a ser um problema facilmente importado pelos restantes países espalhados pelo mundo. Os especialistas em saúde pública deixam o alerta: a tendência da globalização das doenças "não tem precedentes na história e está para continuar". Num comunicado divulgado na semana em que se assinala mais um Dia Mundial da Saúde, a OMS diz que prova disto é a identificação de mais de 39 agentes patogénicos na última década em locais onde não existiam ou onde já tinham sido erradicados. Todos contagiosos, mas nem todos mortais. Dengue, Ébola, pneumonia atípica ou gripe aviária são alguns dos exemplos. Na Europa, salienta o perigo do retorno da meningite.

3 de abril de 2007

Notícia do Primeiro de Janeiro: A vereadora da Habitação e Acção Social da Câmara do Porto, Matilde Alves, trouxe uma novidade na manga, aquando a assembleia municipal anteontem à noite. A comunidade de etnia cigana vai ser “acompanhada de um belíssimo plano de formação” durante dois meses. Mas o eco vindo da plateia onde se sentam os cidadãos não foi favorável. Ricardo, porta-voz da Plataforma Artigo 65, revelou que o grupo já encaminhou uma carta à Câmara do Porto, no sentido de tomar conhecimento sobre os “conteúdos da formação”. “É uma posição de superioridade e xenófoba”, considerou. “Nenhuma cultura é melhor que outra, há uma aprendizagem mútua, não há culturas perfeitas”, frisou o porta-voz, afirmando que se trata de uma civilização diferente da nossa. “Os ciganos sempre quiseram o diálogo e actuaram calmamente”, recordou Ricardo, acentuando que foi “a Câmara quem não quis dialogar, tomando medidas policiais”.
Notícia do Diário de Notícias: Um homem de 35 anos que mordeu um polícia na Cova da Moura, na Amadora, foi ontem ouvido no Tribunal de Instrucção Criminal de Lisboa. Como medida de coacção, ficou sujeito a termo de identidade e residência. O cão de raça pitbull com que o indivíduo passeava na rua principal do bairro quando foi confrontado pelos agentes da PSP que patrulhavam o bairro continua "a monte". O incidente ocorreu no domingo de manhã, por volta das 10.15. O indivíduo circulava com o animal, que não tinha trela nem levava açaime, quando se cruzou com os polícias. Quando estes lhe pediram a sua documentação e a do animal, o sujeito recusou identificar-se e ameaçou-os. Atiçou-lhes o cão e partiu para a agressão, fracturando um dedo a um dos polícias.
Notícia do Público e Jornal de Notícias (Internacional): O líder da União para um Movimento Popular e candidato favorito da direita às presidenciais de 22 de Abril em França, Nicolas Sarkozy, defendeu ontem o "domínio da imigração" como única forma de evitar a "explosão do pacto republicano". Acusado recentemente pela candidatura socialista de Ségolène Royal de entrar em terreno da extrema-direita, ao defender um Ministério da Imigração, Sarkozy insistiu ontem no seu direito - e dever - de evocar os "problemas da integração" criados pela "dimensão" de uma "população recentemente francesa". "O domínio da imigração é uma obrigação", declarou Sarkozy, que se assumiu como defensor de uma "França exasperada". "Exasperada pelo quê?", enfatizou. "Pela contestação da identidade nacional, por uma imigração não dominada, pela fraude, pelos desperdícios." E insistiu, em resposta às críticas dos socialistas: "Se nem podemos dizer que nos nossos bairros há uma população recentemente francesa e que a dimensão dessa população criou problemas de integração que fazem com que o pacto republicano possa vir a explodir (...), não há maneira nenhuma de resolvermos o problema". E qualificou como "saltando à vista" a "ligação" existente entre "o não domínio de uma política de imigração nos últimos 30 a 40 anos" e a "explosão social nos nossos bairros"

2 de abril de 2007

Notícia do Diário Digital e Portugal Diário: Um homem foi detido domingo no bairro da Cova da Moura, na Amadora, depois de ter agredido um polícia que teve de receber tratamento hospitalar, disse hoje à agência Lusa fonte da PSP. De acordo com a PSP, o polícia foi agredido depois de ter pedido ao homem de 35 anos os documentos de um cão de raça Pitbull que na altura passeava na rua principal da Cova da Moura. «Como não tinha o cão registado, o homem virou-se contra o agente, que fracturou um dedo e teve de receber tratamento no Hospital Amadora Sintra», adiantou. Segundo a fonte, cerca de 50 moradores do bairro juntaram-se no local durante as agressões, o que causou alguma confusão e fez com que o número de agentes na Cova da Moura tivesse de ser reforçado.
Notícia do Correio da Manhã, Primeiro de Janeiro e Diário de Notícias: Uma mulher de 21 anos foi anteontem brutalmente espancada e mantida sequestrada pelo namorado, um ano mais velho, num apartamento em Benfica, Lisboa. O homem fechou-se com a jovem dentro de casa e apenas passadas três horas de um diálogo difícil com as autoridades é que a PSP conseguiu convencer o agressor a entregar-se. (...) O agressor, um homem de 22 anos nascido em Luanda, Angola – e com visto provisório de permanência no País – (...)

Notícia do Diário de Notícias e Primeiro de Janeiro: A KM podia muito bem ser confundida com uma qualquer marca de moda internacional, mas dizem o seus criadores, é uma forma de mostrar ao mundo o orgulho de um grupo de jovens em morar num bairro como a "Kova" da Moura. A marca de roupa KM foi criada por dois jovens da Cova da Moura, na Amadora, na Primavera de 2006 e logo que os primeiros bonés foram postos à venda o êxito foi total, principalmente entre os adolescentes. Depois dos bonés, surgiram as camisolas e os tops para as mulheres.
Notícia do Diário de Notícias: Representar a selecção portuguesa. Obter uma bolsa de estudo. Beneficiar de subsídio para habitação. Conseguir um emprego melhor. Circular livremente pelo espaço Schengen. Todas estas hipóteses estão vedadas à Marta, à Silvina, à Edna, à Otília e à Graciete, jogadoras de andebol da Assomada, equipa finalista da Taça de Portugal de 2005 e que está nos oitavos-de-final deste ano. O desporto tirou-as da rua, deu-lhes destaque e a hipótese de serem portuguesas mais rapidamente. Para alcançar estes so- nhos, todas conseguiram pedir agora a nacionalidade portuguesa. Um processo mais simples devido à nova lei, que entrou em vigor em Dezembro. As cinco raparigas são as mais velhas de um conjunto de crianças e jovens que preenchem, em Oeiras, os vários escalões de andebol da Associação de Solidariedade Social Assomada (cidade cabo-verdiana). A maioria não tem a nacionalidade portuguesa, embora nunca tenha conhecido outro país. Moram em bairros sociais - Outorela, S. Marçal, Talaíde e Moinho das Rolas, habitados sobretudos por cabo-verdianos. O alto-comissário para a Imigração e Minorias Étnicas, Rui Marques, assinalou o terceiro aniversário do Centro Nacional de Apoio ao Imigrante, em Lisboa, com a entrega do pedido de naturalização de 15 destes atletas.

1 de abril de 2007

Notícia do Sol: A KM podia muito bem ser confundida com uma qualquer marca de moda internacional, mas dizem o seuis criadores é uma forma de mostrar ao mundo o orgulho de um grupo de jovens em morar num bairro como a Kova da Moura. A marca de roupa KM foi criada por dois jovens da Cova da Moura, na Amadora, na Primavera de 2006 e logo que os primeiros bonés foram colocados à venda o êxito foi total, principalmente entre os adolescentes. Depois dos bonés, surgiram as camisolas e os tops para as mulheres. «Já esperávamos que a roupa tivesse aceitação, mas não tanta como teve. Criar algo original e que nos identifique com o bairro é muito importante para quem nasceu, cresceu e mora na Cova da Moura», disse à Agência Lusa Paulo Barradas, um dos criadores da marca. Paulo Barradas disse ainda que a roupa KM surgiu porque os jovens do bairro estava «sempre a dizer KM» e acharam interessante criar «algo original com essa marca».

Para o jovem, a marca KM «é uma forma de mostrar o orgulho de morar na Cova da Moura» e «uma ajuda na divulgação de uma imagem positiva do bairro, que muitas vezes é conhecida pelos piores motivos».

Notícia do Diário Digital: O presidente do PNR afirmou estar convicto da legalidade das actividades do partido e do cartaz contra a imigração exposto em Lisboa e lamentou a «perseguição política» aos nacionalistas. Em conferência de imprensa na sede do Partido Nacional Renovador (PNR), em Lisboa, José Pinto-Coelho afirmou rejeitar «qualquer ameaça de ilegalização» por parte «dos donos do sistema» e reiterou que o cartaz que suscitou a condenação geral dos partidos e do Governo «está dentro da lei» bem como as actividades do partido. O cartaz do PNR, colocado quarta-feira no Marquês de Pombal, na capital portuguesa, e que mereceu a condenação geral dos partidos políticos no Parlamento e do Governo, tem uma fotografia do líder do partido, José Pinto Coelho, acompanhada do seguinte slogan: «Basta de Imigração. Nacionalismo é a solução». Ao lado da fotografia de está ainda uma imagem mais pequena de um avião, com a frase «façam boa viagem» inscrita ao lado.